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SINOPSE DA OBRA

Da autora duas vezes vencedora do prêmio Sor Juana Inés de La Cruz

Uma mulher vive na encosta da montanha, entre a névoa implacável e a folhagem exuberante. Sua tarefa é cuidar dos limites e reportar qualquer anomalia ao Zelador. Em cadernos, anota seus pensamentos, que são ao mesmo tempo registros de vida e relatórios de morte, além das lembranças de uma infância marcada pela brutalidade materna e pelo desejo insatisfeito de aprender. Certo dia, aparece um corpo em seu jardim, e ela, com a ajuda do Zelador, decide enterrá-lo. Mas outro aparece. E outro, e outro, e outro...

A escrita prodigiosa, característica de Fernanda Trías, que com esta obra recebeu pela segunda vez o prêmio Sor Juana Inés de la Cruz, brilha neste romance inquietante e atmosférico, no qual os temas da maternidade, da violência e da relação com a natureza reaparecem e abalam o leitor com uma força avassaladora. Em A montanha das fúrias não há redenção: “O sangue me envenenou e já não consigo amar o mundo”, confessa a montanheira. Seu olhar é o testemunho de uma laceração física e simbólica, projetada na ruptura entre as palavras e a memória de seus significados.

 

MOTIVOS PARA LER ESTE LIVRO

1. Com A montanha das fúrias a autora Fernanda Trías recebeu pela segunda vez o prêmio Sor Juana Inés de La Cruz, que reconhece a excelência do trabalho literário de mulheres em idioma espanhol da América Latina e do Caribe. Ela e a mexicana Cristina Rivera Garza são as duas únicas autoras a receber a honraria duas vezes. 

2. A montanha das fúrias aborda temas profundos e atuais como o isolamento, a conflituosa relação entre mãe e filha e o papel do homem na preservação da natureza. 

3. O livro narra a história de uma mulher sem nome e isolada em uma montanha, criando uma atmosfera solitária, inóspita e colocando a montanha como um personagem que conversa com essa mulher.

4. Entre mistério e suspense, A montanha das fúrias traz uma visão inusitada da morte e de como nos relacionamos com ela.

5. Fernanda Trías faz um interessante trabalho ao alternar a voz narrativa colocando a montanha também como protagonista e abordando seu ponto de vista.

ELOGIOS

“Um romance enraizado na tradição latino-americana que a reconfigura por meio de um excepcional ponto de vista feminino, repleto de descobertas e nuances. [...] A vida reclusa de uma mulher, sua perspectiva austera sobre o erotismo e o surgimento de uma violência humana sinistra em seu ambiente servem de moldura para uma história que combina genealogias femininas com a invisibilidade do trabalho, a ruína da vida urbana com a saudade do mundo rural e a alegria da solidão com a força do desejo.” — Júri, Prêmio de Literatura Sor Juana Inés de la Cruz 2025

“Áspero, lírico, cruel e com a rara doçura das vozes que a maioria não ouve — e muito menos escreve —, A montanha das fúrias é um romance poderoso e belo.” — Gabriela Cabezón Cámara

“Volta a literatura mediúnica, xamânica, a escrita lírica e clarividente de Fernanda Trías. Se as montanhas falassem, teriam a fúria de sua linguagem.” — Gabriela Wiener

“A montanha das fúrias me pareceu um dos textos mais singulares e poderosos que li nos últimos anos.” — Juan Cárdenas


SOBRE A AUTORA

Escritora e tradutora, Fernanda Trías nasceu em Montevidéu, em 1976. É autora dos romances Cuaderno para un solo ojo (2001), La azotea (2001), La ciudad invencible (2013) e Mugre rosa (2020), publicado no Brasil como Gosma rosa em 2022, pela Editora Moinhos; além das coletâneas de contos No soñarás flores (2016) e Miembro fantasma (2026). Seus livros foram traduzidos para vinte idiomas e seus contos publicados em revistas internacionais, incluindo Granta, The Southwest Review, Albaa, Latin American Literature Today, entre outras.

Em 2020, Gosma rosa recebeu o Prêmio Nacional de Literatura do Uruguai, seguido, em 2021, pelo Prêmio Bartolomé Hidalgo e pelo Prêmio Sor Juana Inés de la Cruz, além de ter sido indicado ao National Book Awards em 2024, na categoria literatura traduzida. Em 2025, Fernanda Trías tornou-se a segunda autora a receber duas vezes o prêmio Prêmio Sor Juana Inés de la Cruz, desta vez por este A montanha das fúrias (2025). 

Trías viveu e trabalhou na França, em Buenos Aires, em Nova York e atualmente mora em Bogotá, na Colômbia, onde leciona no programa de mestrado em Escrita Criativa do Instituto Caro y Cuervo.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Título: A montanha das fúrias
Autora: Fernanda Trías
Tradutora: Marina Waquil
Editora: Instante
ISBN: 978-85-52994-49-7
E-ISBN: 978-85-52994-48-0
Formato: 13,5 cm x 20,5 cm
Número de páginas: 208
Edição: 1a
Ano de lançamento: 2026

A montanha das fúrias é uma publicação da Editora Instante.

A montanha das fúrias

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SINOPSE DA OBRA

Da autora duas vezes vencedora do prêmio Sor Juana Inés de La Cruz

Uma mulher vive na encosta da montanha, entre a névoa implacável e a folhagem exuberante. Sua tarefa é cuidar dos limites e reportar qualquer anomalia ao Zelador. Em cadernos, anota seus pensamentos, que são ao mesmo tempo registros de vida e relatórios de morte, além das lembranças de uma infância marcada pela brutalidade materna e pelo desejo insatisfeito de aprender. Certo dia, aparece um corpo em seu jardim, e ela, com a ajuda do Zelador, decide enterrá-lo. Mas outro aparece. E outro, e outro, e outro...

A escrita prodigiosa, característica de Fernanda Trías, que com esta obra recebeu pela segunda vez o prêmio Sor Juana Inés de la Cruz, brilha neste romance inquietante e atmosférico, no qual os temas da maternidade, da violência e da relação com a natureza reaparecem e abalam o leitor com uma força avassaladora. Em A montanha das fúrias não há redenção: “O sangue me envenenou e já não consigo amar o mundo”, confessa a montanheira. Seu olhar é o testemunho de uma laceração física e simbólica, projetada na ruptura entre as palavras e a memória de seus significados.

 

MOTIVOS PARA LER ESTE LIVRO

1. Com A montanha das fúrias a autora Fernanda Trías recebeu pela segunda vez o prêmio Sor Juana Inés de La Cruz, que reconhece a excelência do trabalho literário de mulheres em idioma espanhol da América Latina e do Caribe. Ela e a mexicana Cristina Rivera Garza são as duas únicas autoras a receber a honraria duas vezes. 

2. A montanha das fúrias aborda temas profundos e atuais como o isolamento, a conflituosa relação entre mãe e filha e o papel do homem na preservação da natureza. 

3. O livro narra a história de uma mulher sem nome e isolada em uma montanha, criando uma atmosfera solitária, inóspita e colocando a montanha como um personagem que conversa com essa mulher.

4. Entre mistério e suspense, A montanha das fúrias traz uma visão inusitada da morte e de como nos relacionamos com ela.

5. Fernanda Trías faz um interessante trabalho ao alternar a voz narrativa colocando a montanha também como protagonista e abordando seu ponto de vista.

ELOGIOS

“Um romance enraizado na tradição latino-americana que a reconfigura por meio de um excepcional ponto de vista feminino, repleto de descobertas e nuances. [...] A vida reclusa de uma mulher, sua perspectiva austera sobre o erotismo e o surgimento de uma violência humana sinistra em seu ambiente servem de moldura para uma história que combina genealogias femininas com a invisibilidade do trabalho, a ruína da vida urbana com a saudade do mundo rural e a alegria da solidão com a força do desejo.” — Júri, Prêmio de Literatura Sor Juana Inés de la Cruz 2025

“Áspero, lírico, cruel e com a rara doçura das vozes que a maioria não ouve — e muito menos escreve —, A montanha das fúrias é um romance poderoso e belo.” — Gabriela Cabezón Cámara

“Volta a literatura mediúnica, xamânica, a escrita lírica e clarividente de Fernanda Trías. Se as montanhas falassem, teriam a fúria de sua linguagem.” — Gabriela Wiener

“A montanha das fúrias me pareceu um dos textos mais singulares e poderosos que li nos últimos anos.” — Juan Cárdenas


SOBRE A AUTORA

Escritora e tradutora, Fernanda Trías nasceu em Montevidéu, em 1976. É autora dos romances Cuaderno para un solo ojo (2001), La azotea (2001), La ciudad invencible (2013) e Mugre rosa (2020), publicado no Brasil como Gosma rosa em 2022, pela Editora Moinhos; além das coletâneas de contos No soñarás flores (2016) e Miembro fantasma (2026). Seus livros foram traduzidos para vinte idiomas e seus contos publicados em revistas internacionais, incluindo Granta, The Southwest Review, Albaa, Latin American Literature Today, entre outras.

Em 2020, Gosma rosa recebeu o Prêmio Nacional de Literatura do Uruguai, seguido, em 2021, pelo Prêmio Bartolomé Hidalgo e pelo Prêmio Sor Juana Inés de la Cruz, além de ter sido indicado ao National Book Awards em 2024, na categoria literatura traduzida. Em 2025, Fernanda Trías tornou-se a segunda autora a receber duas vezes o prêmio Prêmio Sor Juana Inés de la Cruz, desta vez por este A montanha das fúrias (2025). 

Trías viveu e trabalhou na França, em Buenos Aires, em Nova York e atualmente mora em Bogotá, na Colômbia, onde leciona no programa de mestrado em Escrita Criativa do Instituto Caro y Cuervo.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Título: A montanha das fúrias
Autora: Fernanda Trías
Tradutora: Marina Waquil
Editora: Instante
ISBN: 978-85-52994-49-7
E-ISBN: 978-85-52994-48-0
Formato: 13,5 cm x 20,5 cm
Número de páginas: 208
Edição: 1a
Ano de lançamento: 2026

A montanha das fúrias é uma publicação da Editora Instante.