SINOPSE DA OBRA
Em uma região esquecida do interior da França, uma mulher luta contra seus demônios: ao mesmo tempo que abraça a exclusão, deseja pertencer; que almeja a liberdade, sente-se aprisionada; que anseia pela vida familiar, quer botar fogo na casa.

Casada e mãe de um bebê, ela se sente cada vez mais sufocada e reprimida, apesar de o marido aceitar seu estranho comportamento. A condição feminina, a banalidade do amor, os terrores do desejo, a maternidade e a brutalidade inexplicável “de levar seu coração com o outro para sempre” – esse romance aborda todas essas questões com uma intensidade crua e até mesmo selvagem.

É impossível sair ileso de Ariana Harwicz: em um texto corajoso que explora os efeitos desestabilizadores da paixão e da sua ausência, imerso na psique de uma protagonista feminina à beira da loucura, Morra, amor tem uma prosa irreverente e um lirismo sem remorsos, constituindo uma experiência de leitura viciante.

O livro foi adaptado para o teatro na Argentina e em Israel e teve grande reconhecimento da crítica internacional. Publicado originalmente em 2012, é a primeira parte de uma trilogia “involuntária”, chamada por Harwicz de “trilogia da paixão”, tendo em vista que os três livros exploram a relação entre mães e filhos. Dela também fazem parte os romances La débil mental [A débil mental], de 2015, e Precoz [Precoce], de 2016. Harwicz também é autora de Degenerado (2019).
 

SOBRE A AUTORA
Ariana Harwicz
nasceu em Buenos Aires, em 1977. Estudou roteiro e teatro na Argentina, graduou-se em Artes Cênicas pela Universidade Paris VII e obteve o mestrado em Literatura Comparada pela Sorbonne. Deu aulas de roteiro e escreveu duas peças. Dirigiu o documentário El Día del Ceviche [O Dia do Ceviche], exibido em festivais internacionais. Mora com a família em uma pequena cidade perto de Paris.

Morra, amor, publicado originalmente em 2012, é seu livro de estreia e a primeira parte de uma trilogia “involuntária”, chamada por Harwicz de “trilogia da paixão”, uma vez que os livros exploram a relação entre mães e filhos.  Dela também fazem parte os romances La débil mental [A débil mental], de 2015, e Precoz [Precoce], de 2016. Morra, amor foi adaptado para o teatro na Argentina e em Israel e obteve grande reconhecimento da crítica internacional, com a edição em inglês sendo indicada, em 2018, ao Man Booker Prize. Harwicz também é autora de Degenerado (2019).

Comparada a Virginia Woolf e Nathalie Sarraute, Harwicz é uma das figuras mais radicais da literatura argentina contemporânea. Sua prosa é caracterizada por violência, erotismo, ironia e crítica aos clichês que envolvem as noções de família e as relações tradicionais.
 

ELOGIOS DA IMPRENSA NORTE-AMERICANA

“Um poder narrativo hipnótico.” – La Nación

“Uma pitada de David Lynch.” – The Guardian

“O livro explora a violência dos relacionamentos humanos que abrangem sexo, casamento, maternidade e responsabilidade filial. [...] Há uma energia vital que pulsa nas páginas de Morra, amor, conduzindo a protagonista em cada momento crucial, para que ela finalmente se torne a narradora do próprio destino.” – The Contemporary Small Press

“Quanto mais livre e errótica se torna a protagonista, mais apaixonada e frenética se transfigura a narrativa.” – Ojo en Tinta

“Harwicz insere o leitor na mente de uma jovem que mora longe de seu país natal e sofre de distúrbios psicológicos. O resultado é um texto impressionante, para não dizer devastador, que investiga os recantos mais sombrios da psique humana, além de explorar as possibilidades de escrita.” – Latin American Literature Today


ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Título: Morra, amor
Autora: Ariana Harwicz
Tradução: Francesca Angiolillo
Editora: Instante
ISBN: 978-85-52994-15-2
Formato: 13,5 cm x 20,5 cm
Número de páginas: 144
Edição: 1a
Ano de lançamento: 2019

Morra, amor é uma publicação da Editora Instante.

Morra, amor
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SINOPSE DA OBRA
Em uma região esquecida do interior da França, uma mulher luta contra seus demônios: ao mesmo tempo que abraça a exclusão, deseja pertencer; que almeja a liberdade, sente-se aprisionada; que anseia pela vida familiar, quer botar fogo na casa.

Casada e mãe de um bebê, ela se sente cada vez mais sufocada e reprimida, apesar de o marido aceitar seu estranho comportamento. A condição feminina, a banalidade do amor, os terrores do desejo, a maternidade e a brutalidade inexplicável “de levar seu coração com o outro para sempre” – esse romance aborda todas essas questões com uma intensidade crua e até mesmo selvagem.

É impossível sair ileso de Ariana Harwicz: em um texto corajoso que explora os efeitos desestabilizadores da paixão e da sua ausência, imerso na psique de uma protagonista feminina à beira da loucura, Morra, amor tem uma prosa irreverente e um lirismo sem remorsos, constituindo uma experiência de leitura viciante.

O livro foi adaptado para o teatro na Argentina e em Israel e teve grande reconhecimento da crítica internacional. Publicado originalmente em 2012, é a primeira parte de uma trilogia “involuntária”, chamada por Harwicz de “trilogia da paixão”, tendo em vista que os três livros exploram a relação entre mães e filhos. Dela também fazem parte os romances La débil mental [A débil mental], de 2015, e Precoz [Precoce], de 2016. Harwicz também é autora de Degenerado (2019).
 

SOBRE A AUTORA
Ariana Harwicz
nasceu em Buenos Aires, em 1977. Estudou roteiro e teatro na Argentina, graduou-se em Artes Cênicas pela Universidade Paris VII e obteve o mestrado em Literatura Comparada pela Sorbonne. Deu aulas de roteiro e escreveu duas peças. Dirigiu o documentário El Día del Ceviche [O Dia do Ceviche], exibido em festivais internacionais. Mora com a família em uma pequena cidade perto de Paris.

Morra, amor, publicado originalmente em 2012, é seu livro de estreia e a primeira parte de uma trilogia “involuntária”, chamada por Harwicz de “trilogia da paixão”, uma vez que os livros exploram a relação entre mães e filhos.  Dela também fazem parte os romances La débil mental [A débil mental], de 2015, e Precoz [Precoce], de 2016. Morra, amor foi adaptado para o teatro na Argentina e em Israel e obteve grande reconhecimento da crítica internacional, com a edição em inglês sendo indicada, em 2018, ao Man Booker Prize. Harwicz também é autora de Degenerado (2019).

Comparada a Virginia Woolf e Nathalie Sarraute, Harwicz é uma das figuras mais radicais da literatura argentina contemporânea. Sua prosa é caracterizada por violência, erotismo, ironia e crítica aos clichês que envolvem as noções de família e as relações tradicionais.
 

ELOGIOS DA IMPRENSA NORTE-AMERICANA

“Um poder narrativo hipnótico.” – La Nación

“Uma pitada de David Lynch.” – The Guardian

“O livro explora a violência dos relacionamentos humanos que abrangem sexo, casamento, maternidade e responsabilidade filial. [...] Há uma energia vital que pulsa nas páginas de Morra, amor, conduzindo a protagonista em cada momento crucial, para que ela finalmente se torne a narradora do próprio destino.” – The Contemporary Small Press

“Quanto mais livre e errótica se torna a protagonista, mais apaixonada e frenética se transfigura a narrativa.” – Ojo en Tinta

“Harwicz insere o leitor na mente de uma jovem que mora longe de seu país natal e sofre de distúrbios psicológicos. O resultado é um texto impressionante, para não dizer devastador, que investiga os recantos mais sombrios da psique humana, além de explorar as possibilidades de escrita.” – Latin American Literature Today


ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Título: Morra, amor
Autora: Ariana Harwicz
Tradução: Francesca Angiolillo
Editora: Instante
ISBN: 978-85-52994-15-2
Formato: 13,5 cm x 20,5 cm
Número de páginas: 144
Edição: 1a
Ano de lançamento: 2019

Morra, amor é uma publicação da Editora Instante.